Este é o segundo aporte que realizo na carteira este ano. O primeiro, e último até então, ocorreu no dia 7 de janeiro, quando aportei em Petrobras. Logo após esse movimento, o mercado iniciou um ciclo muito forte de alta, o que me levou a suspender as compras em ações e direcionar os recursos vindos de proventos e das operações de venda coberta de opções para a renda fixa.
Quatro meses depois, no dia 07 de maio de 2026, voltei a aportar em ações após identificar um recuo no mercado, realizando a compra de 10.000 ações do Bradesco (BBDC4) com o preço médio de R$ 18,59, totalizando um aporte de R$ 185.900,00. Antes desta compra, eu já mantinha 90.000 ações do banco; com esse novo movimento, atingimos a marca de 100.000 ações.
Naquela data, o ativo se mostrava em um ponto de entrada estratégico. O P/L projetado para essa operação ficou na casa dos 7,2, permanecendo bem abaixo do P/L médio dos últimos 10 anos do banco, que é de 10,2.
Sob a ótica dos proventos, o dividendo por ação bruto projetado de R$ 1,45 garantiu para este aporte específico um Dividend Yield bruto estimado de 7,8%.
É notável a trajetória de recuperação da companhia. Após atingir o fundo do poço no primeiro trimestre de 2024, quando o ROE do banco foi de apenas 10,2%, o Bradesco deu a volta por cima. Com a nova gestão e o foco no turnaround, já no quarto trimestre de 2024 o banco apresentou um ROE de 15,8%.
Estamos agora no nono trimestre consecutivo de crescimento dos lucros, e a expectativa é que esse indicador de rentabilidade avance para a faixa de 18% a 20% até 2027.
Projeção de rendimentos:
Essas 10.000 ações adquiridas no dia 07 de maio têm uma projeção de me render cerca de R$ 14.500,00 em dividendos ao longo deste ano.
Com o novo total de 100.000 ações de Bradesco na carteira, a projeção de rendimento anual chega a R$ 145.000,00 em dividendos em 2026.
Seguimos firmes na estratégia de acumular ativos e expandir a renda passiva.
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